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O projecto CinEd 2.0 de educação para o cinema coordenado agora pela Cinemateca Portuguesa foi seleccionado no âmbito do programa MEDIA/ Europa Criativa, da União Europeia. 

Cined, programa europeu de educação para o cinema desenvolvido em Portugal pela mão de Os Filhos de Lumiére, foi criado em 2015 e coordenado até 2020 pelo Institut Français (em Paris). 

O programa agora coordenado pela Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema associa 14 parceiros europeus em 11 países (Alemanha - DFF - Deutsches Filminstitut & Filmmuseum e Deutsche Filmakademie / Bulgária - Arte Urbana Collectif / Croatia - Shadow Caster / Espanha – Associação A Bao A Qu / França - La Cinémathèque française / Finlândia – IhmeFilmi / Italia – GET Cooperativa sociale / Portugal - Os Filhos de Lumière / República Checa - Association of Czech Film Clubs ACFK / Roménia - Asociația ARTA e Associação Contrasens / Lituânia - Meno Avilys) assim como o parceiro tecnológico MOG Technologies (Portugal). 

O programa acaba de ser seleccionado pelo 5ª vez consecutiva desde a sua criação, com o apoio da Europa Criativa/ Programa MEDIA da União Europeia, no âmbito do apoio á educação cinematográfica. CinEd 2.0 faz parte dos 4 projectos seleccionados (entre os 23 projectos que se candidataram), permitindo-lhe aceder ao mais importante subsídio atribuído neste âmbito, até 2022. Em Portugal a associação Os Filhos de Lumière é apoiada para este projecto, entro outros, pelo ICA - Instituto do Cinema e do Audiovisual - no âmbito do programa "Ad Hoc". 

Programa holistico e multidimensional, CinEd propõe hoje:


·       Um portal e uma plataforma digital, multilíngue, de projecção pública não comercial.


·       uma colecção de filmes europeus recentes e do Património.


·       uma pedagogia com recursos educativos originais.


·       formações dirigidas a professores, educadores, mediadores culturais


·     encontros de cooperação e de reflexão entre parceiros e actores da transmissão do cinema na Europa.


·     projecções e actividades com os jovens, que visam desenvolver o seu gosto pelo cinema independente, assim como o seu espírito crítico e criativo, sensibilizando-os também para a riqueza e a diversidade cultural da arte cinematográfica.

 
 
 

A Comedia e a Vida, de Jean Renoir, será apresentado na quinta-feira 3 de Setembro de 2020 às 21h30 no Auditório Soror Mariana em Évora, no âmbito do ciclo No País do Cinema numa sessão de Cinema-Fora-dos Leões / Universidade de Évora, em parceria com Os Filhos de Lumière. Esta sessão inaugura o ciclo "La Vie, c'était l'écran" em comemoração do centenário do nascimento de Éric Rohmer. Entrada livre. 

 

Tal como os restantes membros fundadores da nouvelle vague, Éric Rohmer começou o seu percurso como programador no Ciné-Clube du Quartier Latin e como crítico de cinema nos Cahiers du Cinéma, que veio a dirigir entre os anos 1957 e 1963. O seu trabalho escrito caracteriza-se sobretudo pela consistência de temas e autores a que se dedicou: entre os seus contemporâneos discutiu quase exclusivamente Renoir, Rossellini, Hitchcock, Hawks e Lang e, entre os cineastas que o antecederam, Murnau.

O presente ciclo de cinema centra-se no trabalho crítico de Rohmer. Ao todo, serão exibidos nove filmes que, progressivamente, vai assinalando os temas, as ideias e as formas que Rohmer viria a cristalizar na sua vasta filmografia – o recurso a uma extrema economia de meios, a importância dos reencontros amorosos, da sedução, da escrita e dos diálogos – compondo um complexo atlas rohmeriano.

Compreende filmes de cineastas que foram referências incontornáveis (Renoir, Rossellini e Rouch), um filme que defendeu arduamente contra os seus colegas redatores dos Cahiers (Veneno e Eternidade) e outros sobre os quais escreveu extensamente. Por fim, para encerrar este ciclo, será exibida a sua obra-prima final (A Inglesa e o Duque), com apresentação de Pierre Léon e de Philippe Fauvel.

Rever sob uma nova perspectiva o pensamento de Rohmer implica reflectir sobre a nouvelle vague francesa através de um dos seus membros fundadores.


Esta sessão é organizada com o apoio do Institut Français du Portugal, da Ambassade de France à Lisbonne, da Direcção Regional de Cultura do Alentejo e da Universidade de Évora e do ICA - Instituto do Cinema e do Audiovisual

 
 
 

O programa pedagógico "Cinema, cem anos de juventude” adaptou-se à situação gerada pela pandemia do coronavirus e a impossibilidade de realizar, por enquanto, os filmes-ensaio (filmes finais) sobre o tema do ano “as sensações no cinema”. 

Assim todos os parceiros propuseram às crianças e jovens - mas também aos professores e aos cineastas-formadores - filmar pequenos momentos da vida quotidiana, relatando as suas sensações: diferença entre o interior e o exterior, o que se vê e ouve da sua janela, o que sentimos, os pequenos detalhes aos quais geralmente não prestamos atenção, o que é novo … 

Com um smartphone, tablet ou outro, todos filmam uma sensação da sua vida quotidiana. 

Estes pequenos filmes de todo o mundo, em 16 país: da Argentina ao Japão passando por Portugal, podem ser encontrados no blog do projecto gerido pela Cinemateca francesa onde são colocados á medida que são realizados.

 
 
 
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